Com o Outlook.com, a Microsoft tenta resolver o problema da marca
envelhecida do Hotmail. O serviço foi criado em julho de 1996 pelos
americanos Sabeer Bhatia e Jack Smith, e comprado em 1997 pela Microsoft. De lá
pra cá, o serviço mudou de nome algumas vezes, para MSN Hotmail, Windows
Live Hotmail e outras variações. Mas, apesar das mudanças, o Hotmail não conseguiu escapar da imagem
de "e-mail de velhos", principalmente após a chegada do Gmail, em
2004.
O Hotmail, serviço pioneiro de e-mail na web e o mais popular do mundo,
serão extinto em alguns meses. Em seu lugar, a Microsoft passará a oferecer o Outlook.com,
um serviço de e-mail mais moderno e com mais recursos. O novo serviço estreou
na última terça-feira, ainda em fase de testes.
Ainda não há uma data para que o Hotmail seja extinto. A ideia da
Microsoft é migrar gradualmente os usuários do Hotmail para o novo serviço.
Vale ressaltar que contas já criada no Hotmail continuarão a receber e-mails
normalmente, dentro do Outlook.com.
A criação de um novo serviço de e-mail foi interpretada por analistas
como uma tentativa da Microsoft para se manter competitiva nesse mercado. O
Hotmail é líder nesse setor, com 324 milhões de usuários mensais (cerca de 60
milhões no Brasil) e 36% do mercado, segundo o instituto comScore.
Mas vem enfrentando a concorrência acirrada do Gmail, do Google, que tem
31% e do Yahoo! Mail (32%). Além disso, há a concorrência de redes sociais como
Twitter e Facebook, que têm seus próprios sistemas de mensagens e dispensam o
e-mail para comunicação entre seus usuários.
Por essa razão, o novo Outlook.com já nasceu integrado às redes sociais.
Quem tem uma conta no Outlook.com pode publicar mais facilmente conteúdo em
algumas redes sociais sem sair do serviço de e-mail. Em breve, o Outlook.com
será integrado ao Skype. Assim, será possível fazer chamadas com áudio e vídeo
a partir do e-mail. Dessa forma, o Outlook.com deixa de ser apenas um serviço
de e-mail para se tornar um ponto de partida para acessar diversos serviços.
Fontes de Pesquisas:
Tecnologia.ig.com.br

Nenhum comentário:
Postar um comentário